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Avaliação · TEA e TDAH em adultos
Avaliação psicológica
Investigação de TEA e TDAH em adultos, entre outras demandas. Um processo com instrumentos validados e um laudo escrito pra ser entendido por você.
Descobrir na vida adulta que você tem TDAH ou TEA não é ganhar uma sigla nova. É reorganizar a leitura da sua própria história. Coisas que você achava que eram preguiça, falta de esforço ou defeito de caráter passam a ter outra explicação.
Eu passei por isso. Descobri meu TDAH adulta, e sei a diferença entre receber um diagnóstico e receber uma explicação. O que eu entrego aqui é a segunda coisa.
Como o processo acontece
Começa por uma entrevista longa sobre sua história, infância incluída, porque tanto TEA quanto TDAH são quadros do neurodesenvolvimento e os sinais precisam aparecer lá atrás. Depois aplico instrumentos validados, distribuídos em algumas sessões.
No fim tem uma sessão de devolutiva, onde eu explico o que encontrei, o que aquilo significa na prática e o que dá pra fazer com essa informação. O laudo sai por escrito, e ele serve tanto pra você quanto pra levar a um psiquiatra, à faculdade ou ao RH da empresa, se for o caso.
O que uma avaliação não é
Não é um teste rápido de internet e não sai em uma sessão. Também não receita medicação, porque isso é ato médico. Se o resultado indicar que vale conversar com psiquiatra, eu digo isso com clareza.
Para quem
Faz sentido buscar avaliação quando você:
- Se reconheceu em relatos de TDAH ou TEA e quer saber se procede
- Sempre sentiu que funciona diferente das pessoas ao redor, sem saber nomear
- Precisa de laudo pra adaptação em faculdade, concurso ou trabalho
- Já foi avaliado antes e ficou com a sensação de que faltou explicação
- Quer entender seu perfil cognitivo pra tomar uma decisão de carreira ou estudo
Perguntas comuns
O que costumam me perguntar sobre isso
Depende da demanda e dos instrumentos necessários. Costuma passar de uma sessão e envolve entrevista, aplicação, correção e devolutiva. Eu fecho esse número com você no começo, junto com o valor total, pra não ter surpresa no meio.
Parte do processo sim, parte depende do instrumento. Alguns testes têm versão validada pra aplicação remota e outros não. Eu te digo na primeira conversa o que dá pra fazer à distância no seu caso específico.
Quem prescreve é o médico. O laudo psicológico serve como documento técnico que o psiquiatra pode usar na decisão dele, e costuma ajudar bastante nessa conversa. Mas ele não substitui a consulta médica.
Continua sendo informação útil. Se não for TEA nem TDAH, a avaliação costuma apontar o que está produzindo aquilo que você sente, e aí dá pra tratar a coisa certa em vez da suposta.
Vale a pena descobrir com nome.
Me manda mensagem contando o que te fez pensar em avaliação. A gente vê junto se é esse o caminho antes de você investir nele.
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